Criação


Bem-estar Animal na cadeia de suprimentos

A Marfrig desenvolve uma série de ações para disseminar as melhores práticas de bem-estar animal ao longo da cadeia de suprimentos. Para engajar os fornecedores na adoção das melhores práticas de bem-estar animal, a Marfrig oferece orientações e diretrizes sobre o tema no Guia de Práticas Sustentáveis, Termo de Compromisso e Protocolo Marfrig Club. Essa abordagem inclui incentivos para que os produtores adotem tais práticas, e processos para acompanhar a evolução da aderência a esses princípios.

Antibióticos. A Marfrig não utiliza antibióticos em suas operações diretas. Como a aplicação do medicamento aos animais pode ocorrer nas fazendas produtoras, a Marfrig orienta que o uso seja realizado apenas quando houver necessidade, e somente para o tratamento de doenças, sob recomendação do médico veterinário. A utilização nunca deve ocorrer para promover ganho de peso ou crescimento dos animais, aumentar a eficiência da alimentação ou para prevenção de doenças. Para disseminar as melhores práticas sobre a utilização, a empresa está desenvolvendo uma política específica, que listará a diversidade de antibióticos existentes e os usos permitidos, seguindo as melhores práticas recomendadas pelo FDA Guidance, agrupando os antibióticos em classes e fornecendo diretrizes para o uso de cada um deles. Outro canal que será utilizado, com esse objetivo, é o Guia de Boas Práticas do Marfrig Club. Atualmente em revisão, o manual passará a incorporar o tema, o que também contribuirá para que o monitoramento do uso seja ampliado.

Materiais de apoio. A Marfrig desenvolve materiais de apoio aos produtores, como os manuais que são entregues durante as visitas às propriedades e às unidades de produção. 

 
 
Programa Marfrig Club. Busca fortalecer a relação entre os produtores e a Marfrig, incentiva a adoção de boas práticas pecuárias, o que contribui para o desenvolvimento sustentável das propriedades rurais e garante uma produção mais segura e com menos impactos ambientais. Mais informações, aqui.

 

Visitas técnicas. A cada três meses, no mínimo, os supervisores de bem-estar animal vão às propriedades para acompanhar os embarques dos animais. Nessas ocasiões, são aplicados registros específicos para levantamento da situação atual das propriedades visitadas. A agenda é definida de acordo com diversos critérios, como a avaliação do índice de hematomas encontrado nas carcaças dos animais que são classificados durante os processos de abate.

Palestras e treinamentos para produtor rural e equipes sobre bem-estar animal, quando solicitadas.