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Auditoria comprova compromisso da Marfrig com preservação


Ao cumprir com diretrizes firmadas pelo Greenpeace, Divisão Beef da Companhia mantêm-se como protagonista da preservação do Bioma Amazônia

São Paulo, 28 de setembro – A Marfrig Global Foods, uma das maiores empresas do mercado de proteína global, por meio de sua Divisão Beef, terceira maior produtora de carne bovina do mundo, publicou relatório que atesta as boas práticas de sustentabilidade adotadas na compra de bovinos criados no Bioma Amazônia. O documento, auditado pela consultoria independente DNV-GL, foi elaborado tendo como base os critérios estabelecidos no compromisso público firmado entre a empresa e o Greenpeace, em 2009, com o objetivo de combater o desmatamento da Floresta Amazônica, violência contra os povos indígenas e também evitar o uso de mão de obra análoga à escrava no campo.

Realizada entre os dias 7 e 16 de junho de 2016, a auditoria atestou que pelo 3º ano consecutivo não foi identificada nenhuma operação de compra de bovinos da Marfrig em desacordo com os pontos do compromisso público “Critérios mínimos para operações com gado e produtos bovinos em escala industrial no bioma Amazônia” durante todo ano de 2015, assumido entre as maiores empresas de carne do Brasil e o Greenpeace.

O relatório coloca a Marfrig como referência global de sustentabilidade para a indústria de proteína animal. “Ao longo dos anos, fomos percebendo que a sustentabilidade é um fator fundamental para a estratégia da Marfrig, pois estamos em um negócio intimamente ligado a questões como uso da terra e dos recursos naturais”, explica o CEO da Marfrig Beef Brasil, Andrew Murchie.

Um dos pontos destacados pelo relatório que confirma esse compromisso de longo prazo com a preservação da Amazônia foi o mapeamento por satélite dos limites das propriedades de 100% dos fornecedores diretos da Marfrig. “Fomos a primeira empresa de proteína animal brasileira a utilizar a tecnologia por satélite para barrar a compra de gado de propriedades que estejam desmatando o bioma Amazônia”, resume Mathias Almeida, gerente de sustentabilidade da Marfrig Beef. “Isso, somado à adoção de procedimentos, tecnologias e treinamentos em linha com as melhores práticas para a pecuária na Amazônia nos dá total segurança de que estamos em conformidade com os critérios estabelecidos pelos clientes e organizações mais exigentes, como é o caso do Greenpeace.”

A auditoria comprovou por amostragem que toda compra de gado realizada pela Marfrig passa por um processo que verifica se a propriedade de origem já foi citada em alguma das listas de trabalho escravo, criadas pelo Ministério do Trabalho, esteja situada em áreas embargadas pelo IBAMA ou em desacordo com os critérios do monitoramento geoespacial. O sistema de compras da Marfrig impede automaticamente qualquer tentativa de aquisição de bovinos de fazendas bloqueadas, garantindo a origem do gado.

A auditoria independente foi feita em três etapas. O trabalho é amostral, baseado na verificação de documentos, informações recolhidas nas entrevistas e na verificação das condições físicas in loco.

Na primeira, a Marfrig Beef passou pela avaliação do sistema de compra de gado e bloqueio de fornecedores, durante a qual a equipe da DNV-GL fez testes para constatar o bloqueio de fornecedores que não atendiam aos critérios mínimos para operações.

Na segunda etapa, foram checadas as análises geoespaciais, na qual se verificou os procedimentos e fez-se uma simulação do monitoramento de propriedades fornecedoras de bovinos para a Marfrig. Já na terceira e última etapa, a auditoria utilizou listas do Ministério do Trabalho e do Ibama no intuito de identificar se o sistema da Marfrig é capaz de bloquear antecipadamente fazendas ou proprietários que apresentaram trabalho análogo à escravidão ou cujas terras estejam localizadas em áreas indígenas, embargadas, unidades de conservação, ou possuíam novos desmatamentos pela avaliação do monitoramento geoespacial.

“A Divisão Beef tem atuado junto aos seus fornecedores para fomentar a obtenção do cadastro ambiental rural e da Inscrição no Sistema Nacional de Cadastro Rural, oferecendo informações aos pecuaristas durante visitas às fazendas pelos técnicos de campo, palestras e campanhas de marketing sobre o tema, por meio do Programa Marfrig Club”, comenta Mathias.

Clique aqui para visualizar o relatório completo.



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