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Pelo segundo ano consecutivo, auditoria independente comprova boas práticas de sustentabilidade da Marfrig na região da Amazônia


Realizada pela segunda vez, a auditoria atestou que a Marfrig cumpriu todos os pontos do compromisso assinado com o Greenpeace, além de ter concluído o mapeamento dos limites das propriedades de todos os fornecedores diretos da empresa

São Paulo, 1º de junho de 2015 – A Marfrig Global Foods - uma das maiores empresas globais de alimentos publicou relatório produzido a partir de auditoria da DNV-GL (consultoria contratada com o objetivo de avaliar de modo independente as informações e processos da empresa) que atesta as boas práticas de sustentabilidade da empresa na compra de gado utilizado em suas unidades localizadas no bioma Amazônia, de acordo com os critérios estabelecidos no compromisso público firmado com o Greenpeace em 2009 e nos “Termos de Referência 2015”.

A auditoria foi realizada no período de 05 de março a 08 de abril de 2014, e atestou que, em 2014, não foi identificada nenhuma operação de compra de gado da Marfrig que contrariasse os pontos do compromisso público assumido pelas maiores empresas de carnes do Brasil com a organização não governamental Greenpeace. “Os resultados dessa auditoria refletem os investimentos em processos, treinamentos e tecnologias, além do comprometimento da empresa e dos colaboradores com a sustentabilidade”, destaca Andrew Murchie, CEO da Marfrig Beef Brasil.

O compromisso público conhecido como “Critérios mínimos para operações com gado e produtos bovinos em escala industrial no bioma Amazônia”, estabelece normas para as compras de gado de propriedades situadas no bioma Amazônia, prevendo a exclusão da lista de fornecedores habilitados fazendas que desmataram a floresta após outubro de 2009, de acordo com as listas oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes) e Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), além daquelas que constam da lista de trabalho análogo ao escravo do Ministério do Trabalho, ou localizadas em terras indígenas ou unidades de conservação, e ou que ainda se encontrem na lista de áreas embargadas segundo o Ibama.

Durante a auditoria também foi comprovado que, em 2014, a Marfrig concluiu o mapeamento dos limites de 100% das propriedades de todos os fornecedores diretos ativos da empresa. “Este é um avanço muito importante, que demandou um grande investimento e que nos permitirá gerenciar de forma ainda mais precisa a nossa cadeia de fornecedores no bioma Amazônia, garantindo o respeito ao animal, à sociedade e ao meio ambiente”, afirma o executivo.

Este último levantamento realizado pela DNV-GL também avaliou a empresa responsável pelas análises geoespaciais da cadeia de fornecimento da Marfrig, demonstrando que não há nenhuma não conformidade nos processos de avaliação e que a mesma está devidamente habilitada para essa atividade.

A auditoria ainda comprovou que a equipe de compra de gado da Marfrig verifica sistematicamente as listas de trabalho escravo e de áreas embargadas, conforme descrito no Procedimento de Controle Socioambiental da Compra de Gado, e que o sistema de compras da empresa impede automaticamente qualquer tentativa de aquisição de gado de propriedades bloqueadas.

Também foram destacados os seguintes aspectos positivos na avaliação realizada pela DNV-GL: a existência de um programa que gerencia o desempenho e a qualificação do técnico de campo responsável por avaliar as propriedades e pelo relacionamento com os pecuaristas e o Programa Marfrig Club - com os pilares respeito animal, respeito ambiental e respeito social, e que possui um papel relevante no cumprimento dos critérios que envolvem o acordo com o Greenpeace.

Considerando que os fornecedores indiretos são um dos pontos mais importantes dentro da cadeia de fornecimento, o plano de trabalho da Marfrig para 2015 prevê ampliar a identificação desses fornecedores com a aplicação da ferramenta Request for Information (RFI), que consiste num documento com os dados de origem do lote que será enviado para o frigorífico. O documento é declaratório e tem o objetivo de mapear a cadeia de fornecimento da Marfrig, a fim de se medir o impacto e traçar um plano de desenvolvimento para os fornecedores que apresentem problemas com a origem dos animais. Na Marfrig, as informações do fornecedor indireto também são cruzadas com o site do IBAMA e do Ministério do Trabalho e Emprego.

“Em 2014, mais de 50% dos fornecedores indiretos das unidades localizadas no bioma Amazônia foram identificados e a nossa meta é alcançar o percentual de 75 % em 2015”, afirma Andrew Murchie, CEO da Marfrig Beef Brasil.

Ao todo, a Marfrig monitora 8.303 propriedades na Amazônia, que correspondem a uma área de 26 milhões de hectares, ou seja, cerca de 6% desse bioma que é considerado um dos mais importantes do mundo devido a sua biodiversidade e relevância ambiental. A área monitorada pela Marfrig dentro do bioma Amazônia equivale, por exemplo, a um país maior que o Reino Unido.

Dentre as propriedades monitoradas, 6471 estão aptas para o fornecimento de gado para as cinco unidades produtivas da Marfrig na região do bioma Amazônia, localizadas em: Tangará da Serra (MT), Paranatinga (MT), Rolim de Moura (RO), Chupinguaia (RO) e Tucumã (PA). Atualmente, outras 1832 propriedades estão bloqueadas para fornecimento de animais à Marfrig.

Relatório Verificação Independente

Plano de Trabalho Marfrig

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