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Mão de obra é escassa


Num mercado competitivo e de crescimento de oferta de emprego fica evidenciado um problema antigo das pequenas cidades: a falta de mão de obra.

 É um problema que atinge o Brasil inteiro, principalmente nas áreas técnicas, situação verificada também no Oeste catarinense. Estudos mostram que sobram especialistas graduados, mas faltam técnicos em diferentes setores da economia, além da mão de obra braçal.

Na região, a maior procura por trabalhadores vem das agroindústrias. Empresas do setor disputam as pessoas que estão sem ocupação. Só em Chapecó, segundo as entidades empresariais, cerca de cinco mil vagas estão disponíveis. Em Concórdia, a Sadia tem realizado campanhas a fim de aumentar o seu quadro de funcionários. Não é diferente em Seara. A maior empresa do município tem cerca de 200 vagas abertas e a perspectiva é de aumento de oferta de emprego com a ampliação da produção para o final de ano.

O incentivo aos megaprojetos pela Seara Alimentos/Marfrig e os grandes investimentos em marketing deixam clara a intenção da empresa de aumentar as vendas e, consequentemente, a produção, especialmente no mercado interno.

Vagas
Atualmente, a unidade local da Seara Alimentos/Marfrig tem cerca de 3.500 funcionários diretos. Para ampliar a produção, no entanto, é preciso contratar mais gente. Outro problema enfrentado pela empresa é a alta rotatividade. A solução encontrada tem sido o recrutamento em vários municípios da região, com trabalhadores vindos inclusive do Rio Grande do Sul e de outros estados.

(Jornal Folha Sete)

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