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Crédito mais caro


As taxas de juros ao consumidor subiram novamente em julho, segundo o Procon-SP. Com a terceira alta consecutiva, a taxa média cobrada por bancos para o cheque especial, por exemplo, chega a 9,06% ao mês, após acréscimo de 0,16 ponto percentual em julho. Três instituições financeiras elevaram a taxa de juros para essa modalidade: Banco do Brasil (de 7,69% para 7,75%); Bradesco (de 8,30% para 8,36%); e Itaú Unibanco (de 8,59% para 8,65%). No caso do empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados está em 5,42% ao mês, com acréscimo de 0,14 ponto percentual. Três instituições foram responsáveis pelo aumento: Banco do Brasil (de 4,68% para 5,28%); Bradesco (de 5,40% para 5,46%); e HSBC (de 4,83% para 4,87%). (Ana Luísa Westphalen)

Calote em baixa

O volume de cheques sem fundo recuou no primeiro semestre ao menor nível em cinco anos, informou o Serasa Experian. Na primeira metade do ano, a devolução de cheques correspondeu a 1,87% do total apresentado em todo o país no período (560,57 milhões de cheques). "Ao contrário do verificado em outras formas de pagamento e financiamento, a inadimplência com cheques continua em queda", afirma a empresa que presta serviços de informações para análise de crédito. Isoladamente, o mês de junho registrou 1,75% de devoluções de cheques, no menor índice desde fevereiro de 2005. (Fernando Laguna)

BNDESPar e Marfrig

O BNDESPar, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), aprovou a compra de até 100% das debêntures ofertadas em emissão privada pela Marfrig. A companhia emitirá 250 mil debêntures conversíveis em ações ordinárias com o objetivo de levantar R$ 2,5 bilhões para financiar a aquisição da empresa americana Keystone Foods. As debêntures são obrigatoriamente conversíveis em ações daqui a cinco anos. Se não entrar com dinheiro novo na emissão, a controladora MMS Participações poderá ver sua fatia no capital da Marfrig reduzida de 41% para 31%. Segunda maior acionista da companhia, a BNDESPar possui atualmente 14% das ações. (Ana Luísa Westphalen)


(Jornal Valor Economico - SP)



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