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Frigorífico suspende fazendas irregulares na Amazônia


A Marfrig esta monitorando as ações sócioambientais seus fornecedores na Amazônia Legal

A Marfrig Alimentos informou nesta terça-feira, 20, que suspendeu o fornecimento de gado de 170 fazendas pecuárias localizadas no bioma Amazônia a pelo menos 1 km de novos pontos de desmatamento, dentro de Unidades de Conservação e de Reservas Indígenas. A empresa possui um sistema via satélite para monitorar 100% dos seus fornecedores da região - são 1.989 propriedades rurais fornecedoras. A Marfrig tem cinco unidades industriais na Amazônia Legal (duas em Mato Grosso e três em Rondônia) e adquire aproximadamente 7% do gado criado no bioma, segundo informações da Abiec (Associação Brasileira das Industrias Exportadoras de Carne).

 A empresa informou ainda que suspendeu a compra de gado de oito propriedades localizadas num raio de 1 km de novo ponto de desmatamento. Para que a relação comercial seja restabelecida com estes fornecedores, eles deverão informar mais pontos de georreferenciamento ou permitir a inspeção in loco na propriedade. As propriedades a mais de 1 km dos novos pontos de desmatamentos receberam um "alerta de exclusão" de fornecimento e terão até 60 dias (num raio de até 5 km) e 90 dias (num raio de até 10 km) para apresentar mais pontos georreferenciados ou permitir a inspeção in loco. Passado este prazo, a relação comercial será descontinuada.

O relatório do balanço sobre a atuação socioambiental da Marfrig Alimentos S.A. no bioma Amazônia aponta outras medidas para a promoção das boas práticas ambientais junto aos seus fornecedores na Amazônia Legal. Uma delas é o apoio ao pecuarista para obtenção do CAR (Cadastro Ambiental Rural) ou LAU (Licença Ambiental Única), em Mato Grosso, e do LAPR (Licenciamento Ambiental em Propriedade Rural), em Rondônia. Até o momento, 84 fazendas fornecedoras dos dois estados possuem essa documentação ambiental.

(Portal Campo News)

 



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