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CBF amplia patrocínio até 2026 e ganha helicóptero


A CBF anunciou ontem a ampliação do contrato com a empresa Seara até 2026. No começo do ano, a entidade que controla o futebol brasileiro assinou com a mesma empresa até 2014. Na ocasião, o contrato era de US$ 6 milhões. Agora, porém, com a extensão por mais 15 anos, a Confederação vai ganhar US$ 240 milhões (cerca de R$ 407 milhões, ou o equivalente a R$ 27 milhões por ano) e também um helicóptero.

Com os novos dados, a Seara vai aparecer também nas costas do uniforme da seleção. Antes só ficava em banners espalhados nos campos de treinamento, mas ainda não será o principal patrocinador da entidade. Agora, a empresa é quem tem o contrato mais longínquo com a entidade e já está garantida nas Copas de 2014, no Brasil, 2018 (Rússia) e 2022 (Catar). A sede de 2026 ainda não foi escolhida pela Fifa.

Hoje, a CBF tem dez patrocinadores.

VALORES

A empresa que mais gasta com a seleção é a Nike. Parceira da CBF desde 1995, a fornecedora de material esportivo teve o seu contrato renegociado e paga US$ 40 milhões anuais (pouco menos de R$ 70 mi).

Todos os contratos da seleção são fixados em dólar. Pelo sistema, as empresas pagam em real o valor do dólar no vencimento das cotas. Em virtude das constantes quedas do dólar, a Confederação negociou o seu último grande contrato em euros. O banco Itaú paga 15 milhões (o equivalente hoje a R$ 33 mi) anuais.

Até a última Copa, todos os parceiros estampavam as suas marcas nos uniformes dos jogadores, em placas na Granja Comary e no painel montado durante as entrevistas.

Até abril de 2010, o faturamento da entidade com os patrocínios era de R$ 203,6 milhões. Com a venda da cota para a Nestlé, a receita da CBF crescerá mais R$ 10,5 milhões. No total, a seleção recebeu R$ 214 milhões dos parceiros em 2010. A AmBev é a mais antiga patrocinadora da seleção. Ela usa duas marcas e paga US$ 15 milhões por ano.

(Diário de Cuiabá _ MT  - 24.12.2010) (Gazeta Esportiva - SP - 24.12.2010) (Yahoo News 24.12.2010)



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